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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Scorpions: trailer do documentário Big City Nights

O Scorpions vai lançar um documentário em 2013 com o nome Big City Nights. O longa de 90 minutos mostrará a banda em turnês pela Tailândia, Russia, Alemanhã, Bélgica e Brasil, além de falar sobre os primórdios do grupo com materiais de arquivo e outros grandes momentos da mais bem sucedida banda alemã. O filme será dirigido pelo renomado cineasta Katja von Garnier.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Scorpions: DVD em 3D e documentário em breve

Em entrevista ao jornal árabe Arab News, o vocalista do Scorpions, Klaus Meine, revelou quais serão os próximos passos da banda alemã. O frontman revelou que nos próximos meses, será lançado um DVD em 3D com um show da banda gravado em seu país natal. Também declarou que um documentário será lançado: ''Nós temos câmeras conosco durante as turnês, então esse vai ser um documentário feito durante as tour. Também fala sobre a carreira e a jornada do Scorpions'', disse Meine.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Melhores Discos de 2010 - Parte 5

O ano de 2010 vai se acabando e deixando a sensação de que a música continua firme e forte, lançando diversos músicos competentíssimos, de muita qualidade e criatividade.

Se um top 20 de melhores álbuns do ano ainda deixaria um tanto de bons trabalhos de fora, um top 10 é quase martirizante de se fazer. Na minha lista, entraram e sairam vários álbuns, por várias vezes, e quando eu achava que ela estava finalmente pronta, tinha que fazer mais alguma mudança.

Tive que deixar bandas e álbuns que gosto muito de fora, mas estou satisfeito com o produto final. Então, confira abaixo a última lista de "Melhores de 2010" pelo Metal Is The Law, e não se esqueça de comentar, mesmo que a lista destoe da sua opinião.

Lista elaborada por Douglas Paraguassú



10°) Witchkrieg - Witchery

Álbum super pesado mas com muito mais qualidade do que um "death metal podrão". Aqui você encontra riffs beirando o thrash metal e solos habilidosos, com direito a participações especiais de Kerry King (Slayer), Gary Holt e Lee Altus (Exodus) e Hank Shermann (ex-Mercyful Fate). É o melhor álbum da carreira do Witchery.


9°) The Seraphic Clockwork - Vanden Plas

Metal Progressivo competentíssimo do Vanden Plas, mostrando que sabe o que faz ao trabalhar com um estilo musical tão difícil. Álbum cheio de melodia e momentos de ápice.


8°) Blood Of The Nations - Accept

Por incrível que pareça, eu detestei esse álbum nas primeiras vezes que eu ouvi, quando foi lançado. Mas como eu vi a quantidade de elogios que "Blood Of The Nations" estava recebendo, resolvi por ele para tocar mais vezes e percebi o enorme erro que cometi ao renegá-lo. O Accept simplesmente produziu uma das maiores obras-primas de sua carreira.


7°) Axioma Ethica Odini - Enslaved

O Enslaved produziu um grande disco. Músicas marcadas por incríveis guturais, passagens acústicas, melodia e peso. Para quem é fã de música pesada, vale a pena ouvir.


6°) Sting In The Tail - Scorpions

Encerram a longa estrada com esse álbum, mas ao menos encerram por cima. O Scorpions foi mais uma banda que produziu um dos melhores discos de sua discografia. Hard rock que muitas vezes lembra a história gloriosa dos alemães, repleto de músicas realmente poderosas.


5°) The Fallen Grace - The Archetype

Os italianos do The Archetype fizeram um álbum sensacional. Uniram vocais guturais e vocais limpos, partes melódicas surpreendentes, músicas fortes e baladas formidáveis, inclusive uma delas cantada na língua nativa dos músicos. Agora, foi só eu que vi na capa a bandeira da Itália na janela?


4°) Black Country - Black Country Communion

Aí está um supergrupo para dar o que falar e muito o que ouvir. Músicos de qualidade desconhecida por muitos como Bonamassa e Jason Bonham (ainda tinha que honrar o nome) se uniram aos aclamados Derek Sherinian e Glenn Hughes para lançar um álbum majestoso. Quem ainda não ouviu, deve correr imediatamente.


3°) Order Of The Black - Black Label Society

O guitarrista e dono da banda, Zakk Wylde, voltou com tudo após sua saída da banda de Ozzy Osbourne. Metal como só o guitarrista sabe fazer, bem poderoso e selvagem. Só para se tornar repetitivo, um dos melhores da história do grupo.


2°) Ironbound - Overkill

Esses caras parecem ter voltado aos 20 anos, que petardo! Não só a cozinha e as guitarras soam muito bem, como o vocalista Bobby "Blitz" canta demais com seus vocais hostis e animalescos. Clássico!


1°) Discipline Of Hate - Korzus

O primeiro lugar da minha lista vai para os brasileiros do Korzus, de forma muito merecida. A muito tempo que o Brasil não lançava algo tão bom dentro do thrash metal. "Discipline Of Hate" é primoroso e com ele esperamos que essa banda tão esquecida ganhe o devido reconhecimento, nacional e também internacional.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Melhores Discos de 2010 - Parte 2

Como outro redator do blog já disse, "todos os admiradores da música estão fazendo suas listas de melhores do ano, e nós decidimos fazer as nossas também". Semana passada eu ouvi muitos discos desse ano, e esse mês o que mais fiz foi isso. Me arrependi amargamente de não ter feito isso antes, pois algumas bandas que ouvi, não conhecia há uns 15 dias atrás, algumas muito boas e que mereciam estar na lista, e também ouvi discos que foram lançados no meio do ano, mas só cheguei a ouvir a pouco tempo, só pra fazer a lista...da próxima vez vou ter mais boa vontade em ouvir os lançamentos. Enfim, a lista é essa, não deixem de comentar se concordaram, não concordaram, o que vocês quiserem.

Lista de Rodrigo Luiz





10º) Blood Of The Nations - Accept

Riffs marcantes, refrãos com coros e ritmos contagiantes que nos fazem banguear feito loucos...O Accept está de volta! E o fato de seu membro mais importante não estar na banda não afetou em nada, Mark Tornillo mostrou que tem o seu valor e pode crescer muito. Com esse álbum a banda dá uma bela volta por cima, mostrando o mais puro Heavy Metal.


9º) The Obsidian Conspiracy - Nevermore

O álbum pode até ser estranho a primeira ouvida, é mais agressivo e direto, sem a complexidade dos anteriores, mas este álbum merece entrar nessa lista. Warrel Dane se destaca com fantásticas linhas vocais e Jeff Loomis mostra porque é um dos melhores guitarristas da atualidade, com riffs e solos matadores, além da produção cristalina de Peter Wichers.


8º) At The Edge Of Time - Blind Guardian

Nos últimos discos o Blind Guardian tem se distanciado um pouco do power metal que a consagrou, talvez Nightfall In Midle-Earth tenha sido o último nessa linha, e, apesar de a banda continuar agregando elementos que possam somar ao seu som, confesso que torci o nariz para o rumo que a banda estava tomando, mas esse disco...é brilhante! É repleto de momentos épicos, com orquestrações pomposas, solos arrepiantes, os coros já conhecidos, além de elementos folk que dão toda uma atmosfera mística. Sem contar Hansi Kürsch, com sua ainda incrível potência de voz aliada ao seu conhecido talento para interpretar as músicas.


7º) Afraid Of Me - Auvernia

Fiquei louco quando ouvi esse disco! A banda faz um som inconstante, com trocas de tempo constantes, lembrando até um pouco do death metal técnico, passagens de teclado que as vezes lembram hammonds, solos inteligentes, passagens folk, orquestrações e também passagens melódicas, além de um Interlúdio Porteño, uma canção latina com guitarras. Prog metal ao extremo!!


6º) Poetry For The Poisoned - Kamelot

Depois dos incríveis The Black Halo e Ghost Opera, o Kamelot se supera e mostra porque é a melhor banda de Symphonic Metal atualmente. Sempre agregando novos elementos a sua sonoridade, a banda construiu um som próprio e inconfundível, e neste álbum, além do sempre brilhante Roy khan, Thomas Youngblood está tocando como nunca.


5º) Sting In The Tail - Scorpions

O melhor álbum da carreira da banda! Foi justamente isso que achei assim que ouvi o álbum pela primeira, achei que fosse empolgação na hora, mas não...toda vez que o ouço tenho certeza disso. O disco que encerra a carreira do Scorpions faz jus a tudo o que a banda representa, com canções cheias de feeling, refrãos contagiantes, solos maravilhosos, além das famosas baladas. É uma pena que este seja o fim, pois com esse disco, fica claro que a banda ainda teria muito a mostrar.


4º) The Never Ending Way Of OrwarriOR - Orphaned Land


Depois de 6 anos da obra-prima "Mabool", a expectativa era muito grande em torno deste álbum e a pressão em cima da banda para fazer um disco a altura de seu predecessor era muito grande. E para felicidade geral, a banda conseguiu, e diria até que se superou. As inserções de música árabe e elementos orientais são muito bem feitas e extremamente cativantes e a criatividade da banda é inesgotável. Ouvir esse álbum é uma experiência única e indescritível, só ouvindo para entender.


3º) Dirty Side Down - Widespread Panic

Só de ouvir as duas primeiras músicas, já estava com vontade de botar este disco na lista. Depois que o ouvi inteiro, tinha obrigação de fazer isso! Não faz nem 15 dias que conheço a banda, ouvi este disco por recomendações de outros redatores do blog, e me impressionei com o som da dela, um "southern jam rock", uma mistura de Allman Brothers Band com Phish e Grateful Dead, além de um pouco de jazz e blues, tudo isso aliado a muita feeling que flui em melodias irresistíveis e gostosas de se ouvir. É até difícil acreditar que este disco tenha sido gravado em 2010.


2º) Black Country - Black Country Comuunion

Este álbum foi uma grata surpresa, não esperava muito dele, talvez por ser um supergrupo (apesar de serem bons, não são impressionantes), ou até por não conhecer o trabalho de Joe Bonamassa. Mas foi Bonamassa quem mais me impressionou, com muito feeling, excelentes solos e um trabalho pesado na guitarra, o álbum peca só na particpação discreta de Derek Sherinian. Glenn Hughes está ótimo como sempre, e Jason Bonham aparece na medida certa, batendo firme quando precisa. O melhor dos supergrupos.

1º) Return To Zero - Spiritual Beggars

Conheci a banda a pouco tempo, e, depois de ouvir o excelente Demons, vi que a banda tinha lançado um álbum esse ano e tive vontade de ouvir, ainda mais depois de saber que a banda era de um dos meus guitarristas preferidos, Michael Amott. Um hard rock misturado às veias metálicas dos integrantes fazem um som sensacional, com verdadeiras pérolas que fazem jus às inspirações claras da banda, como Black Sabbath e Deep Purple, e poderiam até vir diretamente delas. Uma verdadeira homenagem ao hard rock setentista. O melhor disco do ano!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Scorpions (Arena Expotrade, Curitiba, 21/09/10)

Na última terça-feira (21/09) Pinhais, cidade da região metropolitana de Curitiba, recebeu o único show do Scorpions no sul do país pela Get Your Sting And Blackout World Tour, turnê que marca o encerramento das atividades da banda após 45 anos de carreira e mais de 120 milhões de álbuns vendidos e também o lançamento de seu novo álbum, Sting In The Tail.

Porém infelizmente a noite que tinha tudo para ser uma despedida emocionante do público paranaense acabou sendo manchada pela péssima e amadora produção do show (feita pela Prime). Fora a mudança do local do show (que inicialmente seria realizado na Arena da Baixada), os problemas começaram a aparecer logo na entrada. O horário da abertura dos portões indicado nos ingressos estava marcado para as 16:00 horas, porém o público só começou a entrar pra valer a partir da 20:00 horas. Na hora de entrar, os seguranças despreparados não conseguiam conter os furadores de fila que passaram na frente de muita gente que já aguardava no local há horas, além disso os mesmos seguranças foram os responsáveis pela cena mais deplorável da noite, quando após o término do show agrediram covardemente um fã em uma confusão, que segundo várias testemunhas, foi inciada por eles mesmos.
Já dentro do local do show (ou fora, pois o show foi realizado no estacionamento) o palco ainda não estava pronto para a entrada da banda, e devido aos atrasos o show de abertura da banda Tierramystica foi cancelado, uma pena por se tratar de uma ótima banda. Tudo isso acaba sendo no mínimo uma enorme falta de respeito com público que chegou a pagar R$ 400,00 nos ingressos.

Após quase uma hora de atraso finalmente havia chego a hora do show iniciar. Uma animação começou a passar no enorme telão atrás do palco e então o baterista James Kottak aparece para a primeira música: Sting In The Tail. Derrepende um barulho estranho começa a sair das caixas de som e tudo para, o som, o telão, blackout total (desculpem o trocadilho sem graça). O som da bateria de Kottak, volta e o resto da banda entra no palco, porém apenas a bateria e o baixo eram audíveis, depois foi possível ouvir também as guitarras, mas os vocais de Klaus Meine permaneceram 100% mudos. Como o retorno da banda estava funcionando, eles não perceberam que o público não estava ouvindo absolutamente nada e continuaram a música normalmente, ao término todos começaram a vaiar (não a banda obviamente) e a fazerem gestos de que não estavam ouvindo.

O som retornou e Klaus Meine se desculpou e disse que estavam passando por sérias dificuldades técnicas, mas que mesmo assim não iriam cancelar o show. Ele então anunciou a música seguinte, Make It Real.
Era possível ouvir todos os intrumentos e vocais, mas o som ficou extremamente baixo e embolou um pouco durante a música. Na terceira canção, Bad Boys Running Wild, as coisas melhoraram um pouco. Na sequência veio The Zoo com Klaus Meine distribuindo baquetas aos montes para os presentes.
Na instrumental Coast to Coast o vocalista arriscou tocar guitarra e brincava com os fãs fazendo poses para fotos, enquanto isso os guitarristas Matthias Jabs e Rudolf Schenker executavam a música com perfeição na passarela do palco que ia até o meio do público.

Após Loving You Sunday Morning as músicas mais pesadas deram espaço para as baladas, foram tocadas em sequência The Best Is Yet To Come, Send Me An Angel e Holiday. Foram nas baladas onde aconteceu a maior participação do público (com exceção das duas últimas músicas), que no geral estava bastante parado. Ok, para aqueles que estavam mais longe do palco o som estava péssimo e muito baixo e isso de fato desanimou muito, mas na Área VIP o som estava bastante audível e a mesma desculpa não serve.
O riff empolgande de Tease Me Please Me manteve o público animado, na sequência outra música de peso Dynamite.

Na sequência tivemos um dos momentos mais divertidos da noite no solo de bateria de Kottak, foi o momento de maior interação com o público. Enquanto ele tocava e fazia palhaçadas um vídeo bem legal inspirado nas capas dos álbuns da banda, onde ele era o protagonista, passava no telão.
O baterista anunciou a música seguinte: Blackout e o guitarrista Rudolf Schenker entrou fantasiado do homem que aparece na capa do disco de mesmo nome.

Foi então a hora de Matthias Jabs mostrar o que sabe fazer em seu solo de guitarra antes de Big City Nights encerrar o set principal.
A banda retornou para executar dois clássicos do álbum Love At First Sting: Still Loving You e Rock You Like A Hurricane encerraram o show em grande estilo.

Mesmo com o grande número de clássicos, houveram reclamações do público também por causa do setlist, que além de curto a banda deixou a tão aguardada Wind Of Change de fora e como as duas primeiras músicas foram perdidas nada mais justo do que a banda tocar algo a mais para compensar, mas ao invés disso ainda excluíram Raised On Rock do repertório.

Apesar dos graves problemas acontecidos pela produção e estrutura do show, o Scorpions mostrou profissionalismo e conseguiu fazer um ótimo show.
Não houve nenhuma falha na apresentação por parte dos músicos, que apesar da idade pareciam jovens de 25 anos sempre correndo por todo o palco. A voz de Klaus Meine estava ótima, Matthias Jabs e Rudolf Schenker mandaram bem em todas as músicas sem perder uma única nota, James Kottak foi um show à parte e Pawel Maciwoda, apesar de discreto, mandou bem.
Foi um show digno da banda que permanece em ótima forma e deixará muitas saudades.

A banda agora segue para a Turquia onde dará continuaidade a tunê que deverá terminar em dois anos. Um DVD será lançado contendo trechos de várias apresentações da banda e a última passagem pelo Brasil estará presente.

Setlist:

Sting In The Tail
Make It Real
Bad Boys Running Wild
The Zoo
Coast To Coast
Loving You Sunday Morning
The Best Is Yet To Come
Send Me An Angel
Holiday
Tease Me Please Me
Dynamite
Kottak Attack
Blackout
Six String Sting
Big City Nights
--------------------------
Still Loving You
Rock You Like A Hurricane
Matthias Jabs, esta é a bandeira do Rio Grande do Sul e não a do Paraná!!!
_________________________________________
Não deixe de acessar o tópico do Scorpions no Forum Metal Is The Law para conferir fotos do show além de poder debater sobre tudo relacionado ao rock e heavy metal em geral.

domingo, 4 de abril de 2010

Sting In The Tail - Scorpions (Review)


Enquanto muitas grandes bandas vivem à sombra do seu passado, sem lançar algo realmente bom e de grande relevância, o Scorpions encerra suas atividades com um álbum no nível dos seus tempos áureos.

Sting In The Tail deixa um gostinho de “quero mais” nos fãs da banda. Repleto de riffs, solos e refrões de impacto, ele fecha a carreira dos alemães com chave de ouro, voltando a gravar um som bem Hard Rock. Sem dúvidas merecia uma resenha de música por música. Então vamos a ela.

O álbum já começa com uma porrada do nível de “Rock You Like a Hurricane”. É a “Raised On Rock”. Riff e refrão marcantes. Típica música para virar single, o que deve acontecer. Boa opção também para abrir as apresentações que eles farão na turnê final. Sem falar na letra bem roqueira, de fácil identificação. Fomos criados no rock, yeah!

A faixa título apresenta uma introdução contagiante. O refrão é bacana e solo também. Mas apesar de dar nome ao álbum, não chega a ser uma das melhores do mesmo. Continuamos a todo vapor agora com “Slave Me”! Um pouco mais pesada que as outras, porém não destoa do restante.

A quarta faixa é a primeira mais lenta do disco, mas tem uma atmosfera que difere de baladas como “Wind Of Change” ou “Send Me An Angel”. “The Good Die Young” é fortíssima candidata a melhor música do lançamento. Com certeza cairá no gosto dos ouvintes. Ela conta com um toque especial, porém breve, da vocalista Tarja Turunen (ex-Nightwish) que faz backing vocal nos refrões, que, diga-se de passagem, está maravilhoso.

As faixas “No Limit”, “Rock Zone” e “Turn You On” são simples porém bem “rock” e não deixam a peteca cair. Elas também nos fazem lembrar o som dos anos 80.

Como não podia deixar de ser, o disco nos traz duas canções puramente baladas ao melhor estilo Scorpions. “Lorelei” com seu belo início de teclado e “Sly”, ambas com uma categoria já bastante conhecida. Ambas com pequenos, mas bonitos solos. Elas nos jogam no campo emocionante que só a turma de Matthias Jabs consegue.

“Let’s Rock” e “Spirit Of Rock” são daquelas que podem ser consideradas hinos do Rock N’ Roll, pois fazem a sua imagem. Fazem o seu ideal. “And the spirit of rock will never die/In the spirit of rock we’re flying high”!!!

E a derradeira canção do album é “The Best Is Yet To Come”. Linda, sensacional. Lenta e com o refrão que nos faz cantar junto com Klaus Meine. Aliás, a performance do lendário vocalista talvez esteja mais destacada nesta que é a música final do Scorpions. O melhor está por vir.

As chances de virar um clássico na discografia da banda e do rock são grandes. Digo até que é certo. É um disco que nos faz ter mais um bom motivo para não perder o show (literalmente) que eles irão fazer aqui no Brasil. Ficamos no aguardo. Por isso, repito: o melhor está por vir!!!



1. Raised On Rock

2. Sting In The Tail

3. Slave Me

4. The Good Die Young

5. No Limit

6. Rock Zone

7. Lorelei

8. Turn You On

9. Let's Rock

10. Sly

11. Spirit Of Rock

12. The Best Is Yet To Come

Ano: 2010


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