sexta-feira, 15 de julho de 2011
Scorpions: trailer do documentário Big City Nights
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Scorpions: DVD em 3D e documentário em breve
Em entrevista ao jornal árabe Arab News, o vocalista do Scorpions, Klaus Meine, revelou quais serão os próximos passos da banda alemã. O frontman revelou que nos próximos meses, será lançado um DVD em 3D com um show da banda gravado em seu país natal. Também declarou que um documentário será lançado: ''Nós temos câmeras conosco durante as turnês, então esse vai ser um documentário feito durante as tour. Também fala sobre a carreira e a jornada do Scorpions'', disse Meine.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Melhores Discos de 2010 - Parte 5
O ano de 2010 vai se acabando e deixando a sensação de que a música continua firme e forte, lançando diversos músicos competentíssimos, de muita qualidade e criatividade. 









terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Melhores Discos de 2010 - Parte 2
Como outro redator do blog já disse, "todos os admiradores da música estão fazendo suas listas de melhores do ano, e nós decidimos fazer as nossas também". Semana passada eu ouvi muitos discos desse ano, e esse mês o que mais fiz foi isso. Me arrependi amargamente de não ter feito isso antes, pois algumas bandas que ouvi, não conhecia há uns 15 dias atrás, algumas muito boas e que mereciam estar na lista, e também ouvi discos que foram lançados no meio do ano, mas só cheguei a ouvir a pouco tempo, só pra fazer a lista...da próxima vez vou ter mais boa vontade em ouvir os lançamentos. Enfim, a lista é essa, não deixem de comentar se concordaram, não concordaram, o que vocês quiserem.
10º) Blood Of The Nations - Accept
9º) The Obsidian Conspiracy - Nevermore

8º) At The Edge Of Time - Blind Guardian
Nos últimos discos o Blind Guardian tem se distanciado um pouco do power metal que a consagrou, talvez Nightfall In Midle-Earth tenha sido o último nessa linha, e, apesar de a banda continuar agregando elementos que possam somar ao seu som, confesso que torci o nariz para o rumo que a banda estava tomando, mas esse disco...é brilhante! É repleto de momentos épicos, com orquestrações pomposas, solos arrepiantes, os coros já conhecidos, além de elementos folk que dão toda uma atmosfera mística. Sem contar Hansi Kürsch, com sua ainda incrível potência de voz aliada ao seu conhecido talento para interpretar as músicas.
7º) Afraid Of Me - Auvernia
6º) Poetry For The Poisoned - Kamelot

5º) Sting In The Tail - Scorpions
4º) The Never Ending Way Of OrwarriOR - Orphaned Land
Depois de 6 anos da obra-prima "Mabool", a expectativa era muito grande em torno deste álbum e a pressão em cima da banda para fazer um disco a altura de seu predecessor era muito grande. E para felicidade geral, a banda conseguiu, e diria até que se superou. As inserções de música árabe e elementos orientais são muito bem feitas e extremamente cativantes e a criatividade da banda é inesgotável. Ouvir esse álbum é uma experiência única e indescritível, só ouvindo para entender.

3º) Dirty Side Down - Widespread Panic
2º) Black Country - Black Country Comuunion
Conheci a banda a pouco tempo, e, depois de ouvir o excelente Demons, vi que a banda tinha lançado um álbum esse ano e tive vontade de ouvir, ainda mais depois de saber que a banda era de um dos meus guitarristas preferidos, Michael Amott. Um hard rock misturado às veias metálicas dos integrantes fazem um som sensacional, com verdadeiras pérolas que fazem jus às inspirações claras da banda, como Black Sabbath e Deep Purple, e poderiam até vir diretamente delas. Uma verdadeira homenagem ao hard rock setentista. O melhor disco do ano!
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Scorpions (Arena Expotrade, Curitiba, 21/09/10)
Porém infelizmente a noite que tinha tudo para ser uma despedida emocionante do público paranaense acabou sendo manchada pela péssima e amadora produção do show (feita pela Prime). Fora a mudança do local do show (que inicialmente seria realizado na Arena da Baixada), os problemas começaram a aparecer logo na entrada. O horário da abertura dos portões indicado nos ingressos estava marcado para as 16:00 horas, porém o público só começou a entrar pra valer a partir da 20:00 horas. Na hora de entrar, os seguranças despreparados não conseguiam conter os furadores de fila que passaram na frente de muita gente que já aguardava no local há horas, além disso os mesmos seguranças foram os responsáveis pela cena mais deplorável da noite, quando após o término do show agrediram covardemente um fã em uma confusão, que segundo várias testemunhas, foi inciada por eles mesmos.
Já dentro do local do show (ou fora, pois o show foi realizado no estacionamento) o palco ainda não estava pronto para a entrada da banda, e devido aos atrasos o show de abertura da banda Tierramystica foi cancelado, uma pena por se tratar de uma ótima banda. Tudo isso acaba sendo no mínimo uma enorme falta de respeito com público que chegou a pagar R$ 400,00 nos ingressos.
Após quase uma hora de atraso finalmente havia chego a hora do show iniciar. Uma animação começou a passar no enorme telão atrás do palco e então o baterista James Kottak aparece para a primeira música: Sting In The Tail. Derrepende um barulho estranho começa a sair das caixas de som e tudo para, o som, o telão, blackout total (desculpem o trocadilho sem graça). O som da bateria de Kottak, volta e o resto da banda entra no palco, porém apenas a bateria e o baixo eram audíveis, depois foi possível ouvir também as guitarras, mas os vocais de Klaus Meine permaneceram 100% mudos. Como o retorno da banda estava funcionando, eles não perceberam que o público não estava ouvindo absolutamente nada e continuaram a música normalmente, ao término todos começaram a vaiar (não a banda obviamente) e a fazerem gestos de que não estavam ouvindo.
O som retornou e Klaus Meine se desculpou e disse que estavam passando por sérias dificuldades técnicas, mas que mesmo assim não iriam cancelar o show. Ele então anunciou a música seguinte, Make It Real.
Era possível ouvir todos os intrumentos e vocais, mas o som ficou extremamente baixo e embolou um pouco durante a música. Na terceira canção, Bad Boys Running Wild, as coisas melhoraram um pouco. Na sequência veio The Zoo com Klaus Meine distribuindo baquetas aos montes para os presentes.
Na instrumental Coast to Coast o vocalista arriscou tocar guitarra e brincava com os fãs fazendo poses para fotos, enquanto isso os guitarristas Matthias Jabs e Rudolf Schenker executavam a música com perfeição na passarela do palco que ia até o meio do público.
Após Loving You Sunday Morning as músicas mais pesadas deram espaço para as baladas, foram tocadas em sequência The Best Is Yet To Come, Send Me An Angel e Holiday. Foram nas baladas onde aconteceu a maior participação do público (com exceção das duas últimas músicas), que no geral estava bastante parado. Ok, para aqueles que estavam mais longe do palco o som estava péssimo e muito baixo e isso de fato desanimou muito, mas na Área VIP o som estava bastante audível e a mesma desculpa não serve.
O riff empolgande de Tease Me Please Me manteve o público animado, na sequência outra música de peso Dynamite.
Na sequência tivemos um dos momentos mais divertidos da noite no solo de bateria de Kottak, foi o momento de maior interação com o público. Enquanto ele tocava e fazia palhaçadas um vídeo bem legal inspirado nas capas dos álbuns da banda, onde ele era o protagonista, passava no telão.
O baterista anunciou a música seguinte: Blackout e o guitarrista Rudolf Schenker entrou fantasiado do homem que aparece na capa do disco de mesmo nome.
Foi então a hora de Matthias Jabs mostrar o que sabe fazer em seu solo de guitarra antes de Big City Nights encerrar o set principal.
A banda retornou para executar dois clássicos do álbum Love At First Sting: Still Loving You e Rock You Like A Hurricane encerraram o show em grande estilo.
Mesmo com o grande número de clássicos, houveram reclamações do público também por causa do setlist, que além de curto a banda deixou a tão aguardada Wind Of Change de fora e como as duas primeiras músicas foram perdidas nada mais justo do que a banda tocar algo a mais para compensar, mas ao invés disso ainda excluíram Raised On Rock do repertório.
Apesar dos graves problemas acontecidos pela produção e estrutura do show, o Scorpions mostrou profissionalismo e conseguiu fazer um ótimo show.
Não houve nenhuma falha na apresentação por parte dos músicos, que apesar da idade pareciam jovens de 25 anos sempre correndo por todo o palco. A voz de Klaus Meine estava ótima, Matthias Jabs e Rudolf Schenker mandaram bem em todas as músicas sem perder uma única nota, James Kottak foi um show à parte e Pawel Maciwoda, apesar de discreto, mandou bem.
Foi um show digno da banda que permanece em ótima forma e deixará muitas saudades.
A banda agora segue para a Turquia onde dará continuaidade a tunê que deverá terminar em dois anos. Um DVD será lançado contendo trechos de várias apresentações da banda e a última passagem pelo Brasil estará presente.
Sting In The Tail
Make It Real
Bad Boys Running Wild
The Zoo
Coast To Coast
Loving You Sunday Morning
The Best Is Yet To Come
Send Me An Angel
Holiday
Tease Me Please Me
Dynamite
Kottak Attack
Blackout
Six String Sting
Big City Nights
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Still Loving You
Rock You Like A Hurricane
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Não deixe de acessar o tópico do Scorpions no Forum Metal Is The Law para conferir fotos do show além de poder debater sobre tudo relacionado ao rock e heavy metal em geral.
domingo, 4 de abril de 2010
Sting In The Tail - Scorpions (Review)

Enquanto muitas grandes bandas vivem à sombra do seu passado, sem lançar algo realmente bom e de grande relevância, o Scorpions encerra suas atividades com um álbum no nível dos seus tempos áureos.
Sting In The Tail deixa um gostinho de “quero mais” nos fãs da banda. Repleto de riffs, solos e refrões de impacto, ele fecha a carreira dos alemães com chave de ouro, voltando a gravar um som bem Hard Rock. Sem dúvidas merecia uma resenha de música por música. Então vamos a ela.
O álbum já começa com uma porrada do nível de “Rock You Like a Hurricane”. É a “Raised On Rock”. Riff e refrão marcantes. Típica música para virar single, o que deve acontecer. Boa opção também para abrir as apresentações que eles farão na turnê final. Sem falar na letra bem roqueira, de fácil identificação. Fomos criados no rock, yeah!
A faixa título apresenta uma introdução contagiante. O refrão é bacana e solo também. Mas apesar de dar nome ao álbum, não chega a ser uma das melhores do mesmo. Continuamos a todo vapor agora com “Slave Me”! Um pouco mais pesada que as outras, porém não destoa do restante.
A quarta faixa é a primeira mais lenta do disco, mas tem uma atmosfera que difere de baladas como “Wind Of Change” ou “Send Me An Angel”. “The Good Die Young” é fortíssima candidata a melhor música do lançamento. Com certeza cairá no gosto dos ouvintes. Ela conta com um toque especial, porém breve, da vocalista Tarja Turunen (ex-Nightwish) que faz backing vocal nos refrões, que, diga-se de passagem, está maravilhoso.
As faixas “No Limit”, “Rock Zone” e “Turn You On” são simples porém bem “rock” e não deixam a peteca cair. Elas também nos fazem lembrar o som dos anos 80.
Como não podia deixar de ser, o disco nos traz duas canções puramente baladas ao melhor estilo Scorpions. “Lorelei” com seu belo início de teclado e “Sly”, ambas com uma categoria já bastante conhecida. Ambas com pequenos, mas bonitos solos. Elas nos jogam no campo emocionante que só a turma de Matthias Jabs consegue.
“Let’s Rock” e “Spirit Of Rock” são daquelas que podem ser consideradas hinos do Rock N’ Roll, pois fazem a sua imagem. Fazem o seu ideal. “And the spirit of rock will never die/In the spirit of rock we’re flying high”!!!
E a derradeira canção do album é “The Best Is Yet To Come”. Linda, sensacional. Lenta e com o refrão que nos faz cantar junto com Klaus Meine. Aliás, a performance do lendário vocalista talvez esteja mais destacada nesta que é a música final do Scorpions. O melhor está por vir.
As chances de virar um clássico na discografia da banda e do rock são grandes. Digo até que é certo. É um disco que nos faz ter mais um bom motivo para não perder o show (literalmente) que eles irão fazer aqui no Brasil. Ficamos no aguardo. Por isso, repito: o melhor está por vir!!!

1. Raised On Rock
2. Sting In The Tail
3. Slave Me
4. The Good Die Young
5. No Limit
6. Rock Zone
7. Lorelei
8. Turn You On
9. Let's Rock
10. Sly
11. Spirit Of Rock
12. The Best Is Yet To Come
Ano: 2010
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