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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Entrevista com a banda Anjo Gabriel

Os pernambucanos da Anjo Gabriel têm muitos motivos para comemorar. Depois de lançar o seu primeiro disco, o excelente O Culto Secreto do Anjo Gabriel, os rapazes já tocaram ao lado uma de uma de suas bandas preferidas em importantes festivais nacionais. Em entrevista ao Metal Is The Law, a banda falou sobre suas influências, seu novo álbum e revelou os planos para o futuro da banda, que certamente agradará a todos os fãs de rock progressivo e da música dos anos 1960 e 1970 em geral.

O Culto Secreto do Anjo Gabriel foi gravado de forma analógica. Por que essa decisão? Fale um pouco mais do processo de gravação do disco.

Essa é a única forma de gravação que nos interessa. Do som da fita ao processo de mixagem tudo fica mais orgânico. O computador é uma ferramenta que é mais pratica, mas tudo que passa por ele fica muito estéril, matemático, e chato. Pode servir para diversos tipos de produção, mas para o som que queremos atingir o sistema digital não funciona.

O álbum foi lançado em CD e vinil duplo. Qual desses formatos vocês consideram o mais completo? Onde esses itens podem ser adquiridos?

O vinil com certeza é o mais completo, inclusive para ressaltar isso, o LP vem com duas musicas a mais, então quem só tem o cd já está com a obra desfalcada. Isso foi uma decisão deliberada, para valorizar ainda mais o vinil. Eles podem ser encontrados na galeria Nova Barão em SP, na livraria cultura no Brasil todo, e na Flowers aqui em recife. Mas é bom correr por que na verdade a edição está esgotada, e devem restar poucas copias. Estamos em processo de produção de uma nova tiragem.

Por que a faixa ‘’1973’’ recebe esse nome?

É uma composição que traz muito do que bandas como O Terço, que faziam na época. Inclusive eles tem uma musica chamada ''1974'', queríamos dar um nome assim e fomos pensando qual o ano que essa musica poderia ter sido lançada.

Em ‘’Mantra III’’, um grupo Hare Khrishna faz a parte vocal. Como surgiu e de quem foi a idéia de incluí-los no disco?

Bom, pelo próprio fato da musica ser um mantra, seria conveniente alguém que soubesse entoar o OHM e o que tudo isso quer dizer fizesse a gravação, esse já era o desejo inicial não lembro bem como foi o contato com o grupo vaykunta, mas acho que Do Jarro conheceu alguém e sugeriu, fizemos o convite e eles aceitaram.

Nota do Editor: OHM é o símbolo universal do Yoga e do hinduísmo para todo o mundo, todas as escolas de todas as épocas. Pronuncia-se AUM.

Vocês tocaram ao lado do Ave Sangria no festival Abril Pro Rock e mais recentemente no Baile do Waldir. Como surgiu o convite e como é tocar ao lado de uma banda que vocês tanto admiram?

O Ave Sangria foi convidado para fazer uma apresentação no psicodalia, um festival hippie que acontece em Curitiba durante o carnaval, nós já tínhamos falado com Marco Polo desse festival e estávamos tentando agenciar o show deles para la, na época Marco e Almir estavam sendo acompanhados por outros músicos aqui de recife, como esses músicos são muito requisitados no período de carnaval, ele não poderiam viajar durante esse período. Dentro desse quadro vimos que seria uma oportunidade de ouro, nós dissemos que podíamos acompanhar a banda nesse evento, a partir daí a coisa foi se construindo.

Tocar com o Ave Sangria é uma grande honra que nunca nos passou pela cabeça que um dia pudesse acontecer, uma banda que nós ouvimos muito, que nos influenciou desde o começo, que tem um disco belíssimo, altamente sofisticado nos seus arranjos, não da muito para explicar, talvez uma comparação rasteira seria como uma jogador do santos hoje pode jogar com Pelé, e o pior, Pelé cansa, a voz de Marco não mudou.

As músicas da Anjo Gabriel são longas e com extensos trechos instrumentais. Como é a recepção do público em shows ao vivo à esse som progressivo?

O feedback está sendo o maior astral, a platéia normalmente se manifesta depois das musicas, tá todo mundo curtindo.

No exterior, as Jam bands ainda são grandes e fortes. Como vocês avaliam essa cena no Brasil? A propósito, vocês se consideram uma Jam band?

Gostamos de dizer que o nossa musica é Free Space Kraut Rock, não sei se podemos ou não nos considerar uma Jam band. É fato é que as jams são elementos importantes e até estruturais em algumas musicas, mas não todas. É normal fazermos jams durante os nossos shows, mas não é a única característica da banda.

Vocês têm uma coleção de discos de dar inveja, com diversas raridades da psicodelia nordestina. A vontade de tocar e formar uma banda foi consequência da paixão pelos discos ou a coleção surgiu depois da banda?

A decisão de montar uma banda foi inicialmente de Marco (baixo) e Cris (guitarra), justamente por não ver em Recife alguém que seguisse a linha dos discos que escutavam. A coleção já existia, inclusive o que é considerado o primeiro ensaio da banda, foi no dia em que chegou na coleção o Paêbirú, Satwa e Marconi Notaro, a galera deixou de pagar a conta de luz para poder comprar os discos.

Durante a audição do álbum, senti alguns reflexos de Paêbirú. Qual a relação de vocês com o clássico de Lula Côrtes e Zé Ramalho?

É um dos discos mais importantes para a gente, na verdade é o disco mais importante de toda a existência na opinião de marco, para se ter idéia hoje a coleção tem três edições diferentes dele. Uma obra prima que exprime tudo o que nós pensamos de como dever se feito e ouvido musica.

Vocês fizeram uma tour por São Paulo e acabaram de voltar de outra turnê junto com os Haxixins. Estão satisfeitos com o resultado dos shows?

Astralizou geral, para as duas bandas. Em São Paulo ficamos surpresos de em alguns shows estarem pedindo musicas, em todos os locais que passamos a galera curtiu demais o som. Aqui pelo nordeste foi muito bom também, já tínhamos ido em João Pessoa, mas foi a primeira vez em Natal. Mas o melhor foi poder ter convivido e estreitado os laços com os Haxixins, galera muito astral, que tem um pensamento semelhante ao nosso e curte muito som.

Li que vocês pretendem lançar outras bandas pelo selo Ripohlandya. Ainda continuam com esse projeto? Já tem algum nome que vocês pensam em chamar?

Claro, a idéia do é que o selo vingue, e traga cada dia mais som em vinil. Temos algumas idéias de lançamentos e de relançamentos, mas nada que possa ser divulgado ainda, pois não temos nada confirmado, mas posso adiantar que já tem coisa nova da Anjo Gabriel em fase de pré produção.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Metal Is The Law entrevista Renato, guitarrista da Absinto Muito

Os mineiros da Absinto Muito vem representando o Rock nacional na chamada ''cena underground'' e está começando a ganhar uma pequena parte do reconhecimento merecido. Depois de publicarmos uma resenha sobre o seu ótimo CD demo aqui no blog, resolvemos fazer uma pequena entrevista com a banda. Rock nacional de qualidade não pode ficar eternamente na obscuridade, certo? Acomode-se na cadeira e leia o papo que tivemos com o guitarrista da banda, Renato.

Para começar, faça uma breve descrição da banda Absinto Muito para quem ainda não a conheçe.

A banda Absinto Muito é uma banda jovem ,de Sete Lagoas (MG), que busca resgatar o bom e velho Rock´n´Roll das décadas de 60 e 70. Lançamos o nosso primeiro CD no inicio de 2010, de forma independente, e é a partir daí que a banda, após consolidar a sua formação de Power Trio, vem tentando divulgar seu trabalho de forma profissional. A banda é formada por Renato Ribeiro (guitarra) André Fonseca (Bateria), Henrique Ribeiro (Baixo) e Felipe Godoy (Vocal).


A banda passou por algumas formações diferentes. Essas mudanças refletiram no som da Absinto Muito? De que forma?

A banda passou por várias modificações até se firmar com esses quatro integrantes. Inicialmente formada por mim (Renato, guitarrista) e pelo baterista Dedé para tocar na festa de um amigo, de forma bem colegial e amadora. Dedé e Renato, que são amigos de infância, convidaram outro amigo de escola, Bruno Henrique , para integrar a banda. Nessa época a banda ainda não tinha nome. Bruno foi logo afastado por falta de compromisso nos ensaios. Mais tarde, Renato, Dedé e Bruno formaram um Cover do Pink Floyd. Após esse show, o vocalista Felipe Godoy, amigo do baterista Dedé, foi chamado para a banda, assim como uma baixista e outro guitarrista. A banda no principio tocava musicas mais simples e alguns pops, mais dentro da capacidade de seus integrantes. A baixista mais tarde teve de sair e meu irmão mais velho, Henrique, que também era guitarrista e já havia tocado em diversas bandas locais, decidiu entrar em seu lugar. Depois o guitarra base também foi retirado da banda, decidindo-se assim pela formação de um power trio. Todas essas mudanças de formação tiveram grande influência na banda ,que ao longo desse ano também amadureceu os seus gostos musicais e as suas diretrizes. A mudança de influências não foi tanto pela mudança de integrantes, já que normalmente quem tomava as decisões sempre fomos principalmente eu (Renato) e o baterista (Dedé). As maiores mudanças foram a troca de baixistas, pois a diferença técnica e musical entre os dois era gritante, e a retirada de um guitarrista, decidindo-se peloaformação de Power Trio. Após mais de um ano de "laboratório" a banda concretizou-se e estava pronta para tentar mostrar sua música.


CD Demo da Absinto Muito na sessão cultural do jornal Estado de Minas

Qual foi o momento mais gratificante na carreira da banda?

Foram vários os momentos gratificantes, mas eu poderia citar 3 que foram especiais para a banda: o nosso primeiro show após a gravação do CD, que foi também o primeiro show com cachê. Foi em Janeiro ,no Opinião PUB; a casa de shows estava lotada e foi muito gratificante a reação do público à nossa música : nos sentirmos uma banda de verdade. O segundo foi o show de lançamento oficial do CD em abril, onde foi gravado o nosso DVD. Fizemos um grande esforço para que aquela noite acontecesse, com produção totalmente nossa, e foi muito bom tocar para tantas pessoas e ver o entusiasmo da galera. E o terceiro foi agora em agosto, quando o nosso CD foi indicado pelo jornalista e crítico musical Kiko Ferreira, no jornal Estado de Minas. Ficamos muito felizes ao nos depararmos com uma opinião positiva de uma pessoa que não conhecíamos, e nem sabíamos como o nosso CD havia ido parar em suas mãos, sendo o único trabalho independente citado na coluna. Foi muito bom saber que ele tinha gostado do CD e que somente pela nossa música conseguimos aparecer ao lado de bandas que pagaram para serem divulgadas naquele espaço. Foi uma supresa muito gratificante e que nos fez acreditar que é possivel chegar lá através apenas da música , sem precisar de padrinhos.

Como foi o processo de gravação do CD demo? Algum membro da banda tinha experiência com estúdios de gravação?

A gravação do Cd foi feita num estúdio improvisado no fundo da nossa casa (Renato e Henrique). Foi comprada uma placa de som Fast-Track M-Audio, a mais simples e barata possivel e eu e o baterista fizemos um curso básico de gravação com o Protools. A gravação foi feita de forma totalmente independente ,da forma como foi possivel. Nas férias de fim de ano de 2009 eu (Renato), o baterista (Dedé) e meu irmão (o baixista Henrique) passamos uma semana virando noites, trancados no estudio, gravando as músicas que já haviam sido criadas ao longo do ano e repensando algumas partes delas. O letrista e vocalista Felipe Godoy veio um dia para gravar a voz principal. Ficamos alguns dias com um sistema de edição montado na sala de casa e, madrugadas a dentro, terminamos o CD e iniciamos nós mesmos a fazer as cópias. A arte da capa também já havia sido criada por mim e pelo Dedé. O CD foi feito de forma totalmente caseira por nós mesmos; até mesmo a embalagem do CD foi feita pela banda. O processo de gravação foi extremamente exaustivo, mas também muito gratificante poder olhar para o CD e saber que foi você quem fez aquilo acontecer.


A Absinto Muito também tem um DVD gravado. Fale um pouco sobre ele.

A gravação do DVD foi feita no show de lançamento oficial do CD, no anfiteatro do Museu Nhô Quim Drumond, o único espaço público para esse tipo de manifestação em Sete Lagoas. O Show foi totalmente organizado pela banda e o lucro com os ingressos, a venda de CDs, camisas e bebidas foi revertida para pagar a gravação do evento por uma empresa local . A intenção era ter um video da banda, para ser apresentado a quem quisesse contratar ou conhecer .

Os dois itens citados nas perguntas anteriores estão sendo vendidos. O pessoal que visita o blog, o orkut e o myspace da banda se interessa em comprar o material original da banda? E como uma pessoa pode adquirir esses itens?

Esses produtos estão à venda: o CD por 5 reais e o DVD por 10 reais, além de camisas da banda que custam 15 reais e podem ser visualizadas no orkut. Todos os produtos vendidos vão acompanhados de adesivos da banda. Esse material é entregue em todo o Brasil: é só entrar em contato com a banda através do orkut, do blog ou do e-mail absintomuito.rock@gmail.com

Cartaz do festival Wouldstop II

Vocês tocaram na segunda edição do Wouldstop. Como foi tocar num festival que remonta o lendário Woodstock e como foi a aceitação do público ao som da Absinto Muito?

O festival Wouldstop foi um festival idealizado pela banda Absinto Muito e quer tentar resgatar o lendário Woodsotck. Teve a sua primeira edição em 2009 de forma bem amadora no quintal de casa, mas já com um bom número de bandas e um bom público, e agora em 2010 realizamos a segunda edição desse festival , com um caráter mais profisssional, em um ambiente maior e com um maior público . Pretendemos manter esse festival todos os anos em Sete Lagoas e lutar para que ele cresça a cada vez, preservando seu ideal inicial . Idealizado por mim e pelo Dedé , tem um nome que remete ao festival de Woodstock e ao mesmo tempo quer dizer algo: "Wouldstop, but will not" (iria parar, mas não vai). É esse o ideal do festival, não deixar que o rock morra nunca .A experiência de ter criado esse festival e chegado à sua segunda edição foi muito boa; a apresentação foi ótima e com grande aceitação do público.

Fotos de alguns shows mostram um público jovem, predominantemente pré-adolescente. Qual a sensação de tocar para um público que, geralmente, não conhece ou não está acostumado com o Rock? E qual a sensação deles ao ouvir esse tipo de música?

Nós, realmente, além de alcançarmos um público mais velho, que gosta de relembrar os seus velhos tempos, atingimos um público mais novo, principalmente abaixo dos 15 anos. É muito bom tocar para esse tipo de público que ainda tem uma mente aberta e não foi tão influenciado pela midia. Essa nova geração, que não teve nenhum grande expoente desde que eles escutam música , sente falta de um som significativo como o rock . Nós procuramos não deixar que eles se percam e tentamos criar uma geração com um novo entendimento da música , que conheça e aprecie o Rock´n´Roll. Essse público jovem é um público muito bom para se apresentar, pois eles são muito animados nos shows e nos olham como exemplos. Boa parte desses pré-adolescentes que vão aos nossos shows, fazem agora aula de algum instrumento e curtem uma boa música.

Em visita ao blog da banda, percebi que vocês gostam de bandas de progressivo, como Yes e Pink Floyd. Vocês já pensaram em fazer músicas baseadas nesse estilo, com músicas mais longas e arranjos mais complexos?

Nós, realmente, além de alcançarmos um público mais velho, que gosta de relembrar os seus velhos tempos, atingimos um público mais novo, principalmente abaixo dos 15 anos. É muito bom tocar para esse tipo de público que ainda tem uma mente aberta e não foi tão influenciado pela midia. Essa nova geração, que não teve nenhum grande expoente desde que eles escutam música , sente falta de um som significativo como o rock . Nós procuramos não deixar que eles se percam e tentamos criar uma geração com um novo entendimento da música , que conheça e aprecie o Rock´n´Roll. Essse público jovem é um público muito bom para se apresentar, pois eles são muito animados nos shows e nos olham como exemplos. Boa parte desses pré-adolescentes que vão aos nossos shows, fazem agora aula de algum instrumento e curtem uma boa música.

A Absinto abriu o show da banda Hóri. Sabemos que isso é uma boa chance para mostrar suas músicas para um público relativamente grande; mas alguns fãs de Rock são muito radicais, extremistas e cabeça fechada. Vocês receberam algum tipo de crítica do tipo ''estão se vendendo''?

Recebemos muitas criticas quando aceitamos o convite para abrir o show da Hóri, mas também muitos cumprimentos de pessoas que viam que esse show seria uma oportunidade e que não cabia a nós julgarmos a qualidade da banda para a qual estávamos abrindo. Chegamos até a comentar que não gostávamos muito da banda com o produtor do show, o que o irritou e quase nos fez ser desconvidados da abertura. É dificil lidar com a radicalidade de alguns fãs de rock, mas nós sabíamos da nossa intenção de divulgação e sabemos que nunca vamos mudar o nosso estilo de ser e de tocar para atingir o sucesso, o que , aí sim , para mim seria se vender. Mas abrir um show para uma banda pop como a Hóri, vejo como uma grande oportunidade de conquistar fãs e tentar influenciar a juventude que, levada pela midia, vai a esses shows. Infelizmente, o show não aconteceu por falta de público.


Em festivais e shows do circuito underground vocês devem ter contato com outras bandas. Quais merecem destaque?

Sou muito critico em relação as outras bandas, inclusive a minha própria, e raramente gosto de alguma. Mas gostaria de citar Elson da Terra e a banda de Fogo, de quem eu gosto bastante do som, a banda Vandaluz e a banda Gruvie, que tem um som bem legal e é muito amiga da Absinto Muito.

Qual é a sensação de saber que sua banda tem qualidade e poderia ser mais reconhecida em todo país, e ver o espaço do Rock sendo ocupado por atrocidades como Restart?

É um pouco incomodo ver bandas como o Restart no topo, mas conseguimos ver luz no fim do túnel . Acreditamos que o Rock ainda tem um público fiel e capacidade de voltar a fazer sucesso com músicas de qualidade, bem diferentes do que vemos agora. Esperamos poder chegar lá e resgatar o Rock´n´Roll , que parece esquecido pela midia, quem sabe daqui a algum tempo.

Obrigado pela entrevista e que a Absinto Muito se destaque no cenário nacional. Esse espaço é de vocês: mandem um recado para quem estiver lendo essa entrevista e por onde é possível acompanhar as novidades da banda.

Muito obrigado pelo espaço e pela oportunidade. Espero que quem leia goste da entrevista e da banda, e nos ajude a seguir nessa caminhada que é longa e árdua. Quem quiser acompanhar a banda, temos acesso a todos os links através do www.deouvidos.com/absintomuito, ou então pelo orkut myspace ou pelo blog. Se estiverem com preguiça, é só jogar no google. Espero que tenham gostado da entrevista e que ela tenha atingido o objetivo. Abraço. O ROCK PREVALECE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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